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Publicado el November 22nd, 2008, 15:21

Quando desenvolvemos este assunto com nossa igreja, usamos o texto de Malaquias 3 e demais alusões sobre o profeta que, pela inspiração divina, tratava da relação do povo com Deus, no tocante à justiça social e à valorização dos sacrifícios que a esta altura estavam desviados e corrompidos, mesmo no sacerdócio.

Em “conversa” com o nosso saudoso mestre, Clyde T. Francisco, na sua raríssima obra, Introdução ao Velho Testamento, traduzida pelo dr. Antonio Neves de Mesquita, publicação de nossa saudosíssima Juerp, tomamos e concluímos as seguintes notas sobre o assunto dízimos e ofertas, segundo o profeta Malaquias:

1- Deus como um pai sem honras.

2- Eram oferecidas a Deus ofertas imundas, com coisas estragadas.

3- Nossas ofertas são o símbolo de nossa vida, oferecida a Deus.

4- Deus não tinha prazer no seu povo, por causa do descaso e cultos celebrados de qualquer maneira.

5- Nosso descaso não muda o valor de Deus.

6- Nossas ofertas a Deus devem ser ao menos tão respeitáveis quanto os impostos que pagamos aos governos e demais compromissos sociais.

7- Fechem a porta da igreja! É melhor não haver cultos do que misturar irreverência com adoração.

8- Dá-nos a entender que os gentios, em todo o mundo, estão oferecendo um culto mais aceitável ao Deus único do que o infiel Judá, que podemos comparar à Igreja de Cristo, hoje!

9- A religiosidade, ou a crença insincera, é sempre um fardo.

10- Não há mais o sacerdócio humano para transferir a negligência do meu culto a alguém. Sou eu quem comparece perante o Senhor com minha vida e ela também compreende minhas finanças.

11- Quando Deus não é meu sócio em tudo não é em coisa alguma. Ele não aceita reservas.

12- Creio que essas recomendações e notas servem, também, para as igrejas que negligenciam o envio correto do Plano Cooperativo, por mais “justas” e coloridas que sejam as suas justificativas.

Que essas pequenas notas e outras de raríssimo valor possam alcançar nosso Brasil Batista e em especial os leitores deste jornal.

Fonte: http://www.ojornalbatista.com.br/index.php?option=com_content&task=view&id=42&Itemid=33

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